
Renata Mizrahi, carioca, 28 anos, formada em interpretação na UNI-RIO e reingresso em Teoria do Teatro, também na UNI-RIO. Integrante da Cia Teatro de Nós. Seus últimos textos encenados Rua dos sonhadores, Cuide bem das orquídeas, Nada que eu disser será suficiente até que o sol se ponha, Um dia Anita (parceria com a autora Julia Spadaccini), Lar... (parceria com os autores César Amorim e Fernando Caruso) e 5 Atos.
Também escreveu a peça infantil ainda inédita Coisas que a gente não vê.
Referências | influências"Muitos dos meus textos, falam muito sobre a solidão humana. O homem e as suas lutas contra seus vazios. Os personagens buscam respostas para uma mudança de diversas formas, sejam cômicas ou dramáticas. Os personagens muitas vezes se mostram fragmentados, seus universos são expostos e suas peculiaridades criam imagens lúdicas, propostas pelos textos. O jogo de palavras muitas vezes ratifica o humor das situações. Algumas referências: Teatro - Nelson Rodrigues, Oduvaldo Vianna Filho, Samuel Beckett, Sarah Kane, Woody Allen, Harold Pinter, Eugene O Neil. Filmes - Paul Thomas Anderson, Woody Allen, Almodóvar, Ettore Scola, Bertolucci, Kaufman, Walter Salles, Fernando Meireles, Jorge Furtado... Poesia - Vinícius de Moraes, Fernando Pessoa, Mario Quintana, Chico Buarque, Lô Borges... Literatura - Gabriel Garcia Marques, Jorge Luíz Borges, Raduan Nassar, Isaac Bashever Singer, Luiz Cortazar, Adriana Falcão, João Guimarães Rosa...Músicas- Beatles, Super Tramp, Keith Jarret, Bethoven, Bach, Milton Nascimento, Clube da Esquina, Stevie Wonder...".
Peças
NADA QUE EU DISSER SERÁ SUFICIENTE ATÉ QUE O SOL SE PONHA
Duas personagens Ela e a Outra, se encontram em lugar desconhecido. Elas não sabem como chegaram lá. Nesse contexto são obrigadas a se relacionarem e perceberem que enquanto não estiverem em harmonia talvez não consigam sair desse lugar.
Ana, escritora, está sentada num banco na Rua Dos sonhadores onde acaba de ser deixada pelo namorado. Sensível, ela começa a perceber um novo mundo em sua volta. Escreve tudo aquilo que vê enquanto encontra os mais peculiares seres humanos nas mais fantásticas situações.
Ao receber uma carta de uma tia que faleceu, o executivo Bernardo se vê obrigado a escolher entre uma vida estável e confortável ou embarcar numa viagem de trem para um lugar completamente desconhecido.
Um dia na mente de Anita, uma solitária professora de português.
PELA METADE
Mulher, está precisando da ajuda de seus amigos, mas todos eles estão muito mais preocupados em resolver suas vidas do que ajudá-la.
O Encontro, prêmio de melhor esquete e melhor direção no Festival Tápias 2006, e melhor direção no festival da Estácio de Sá 2007.
Três mulheres desconhecidas se encontram em um banco. Através de um jogo de silêncio e oralidade elas vão percebendo que estão lá pelo mesmo motivo. O clima de humor com suspense conduzem a história.
COISAS QUE A GENTE NÃO VÊ (MUSICAL INFANTIL)
Trata do principal assunto que ronda hoje em dia a educação infantil, o limite entre dar recompensas pela falta dos pais que trabalham cada vez mais em duplas jornadas – e nos finais de semana estão exaustos demais para estar com os filhos – e educar com amor e limite, o que requer muita energia. E é essa energia que os pais de Yasmim descobrem em si ao perceber que, sem querer, estão criando uma menina triste, que chora sem saber porquê. Com direito a um belo final feliz, muito humor e tiradas geniais, daquelas que só as crianças podem fazer, esse espetáculo vai bater fundo no coração de meninos e meninas sejam eles filhos ou pais.
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