
Felipe Barenco tem 25 anos e nasceu em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Formado em Direção Teatral pela UFRJ, é diretor do grupo de pesquisa do cômico e do riso UMÔ. Como autor, escreveu Meu caro amigo, Amém, Relicário, Confraria das portas amarelas, Inês é morta e A menina e a fumaça escura. A primeira aventura como autor aconteceu em 2003, com a novela online Edificio 256, indicada como melhor blog do ano nos principais sites especializados.
Referências | influências
"Minha principal influência são as mulheres. Adoro escrever personagens femininas. Mauro Rasi é o mestre e maior fonte de inspiração. Realismo fantástico, humor, nonsense e suspense são temperos constantes. O saudável besteirol dos anos 80. José Saramago, Machado de Assis, Clarice Lispector e Chico Buarque. Almodóvar e Tim Burtom. A Bíblia. Sai de Baixo e TV Pirata. E os musicais!"
Peças
AMÉM - A ROLETA RUSSA DOS SALMOS
Maria decorou o livro dos salmos e quer vingança. Bia fugiu do rebanho e foi pra Índia. Clara tem mania de limpeza e arrasta uma máquina de lavar. Lola é uma noiva destruída. Vera leva choques de Deus. Gilda é uma puta assassinada. Todas presas numa igreja. (2007)
Uma cidade dividida entre os habitantes que têm a porta amarela e os que desejam a mesma cor. Um lago mágico que engole gente. Inspirado na fábula O patinho feio, de Hans Christian Andersen. (2006)
Cenas curtas
Uma mulher que guardou tudo na vida. Baseado no pecado capital avareza. (2007)
Confiança é uma maldade. Caminho de barro, caminho de ouro. (2006)
INÊS É MORTA
Variações sobre o mesmo tema: a morte. (2006)
Internet
Blog-novela. Mais uma história qualquer, com a sutil diferença que o 13º andar é mal assombrado. (2003) Reestréia prevista para março de 2009!
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